
As responsabilidades e os territórios de exercício dos formadores mudam constantemente. A questão que se coloca neste cenário de permanente e acentuada mudança é se a socialização e a inserção continua em contextos de aprendizagem do formador; permite ou não posicionar-se na sociedade; facilitam, mais ou menos, a revelação de talentos, o desenvolvimento de capacidades de inovação, de autonomia e de responsabilidade.
Promover a progressão dos direitos e as capacidades de acesso ao conhecimento ao longo da vida é repartir de uma forma que se espera mais equitativa a herança cultural das gerações passadas; é também facilitar a abertura aos patrimónios materiais e imateriais criados pelo progresso das artes e ofícios, pelos avanços das ciências e das técnicas. Em suma, melhorar as relações de cada um com o conhecimento, é enriquecer as entidades individuais e colectivas e, assim, o próprio exercício da cidadania.
